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PLATAFORMA DE COMUNIDADES PRECÁRIAS
A catástrofe social da América Latina tem seu epicentro nas comunidades precárias
É na América Latina, a região mais urbanizada e desigual no mundo, onde 104 milhões de pessoas vivem em comunidades precárias. Aqui, 1 em cada 4 habitantes de áreas urbanas vive em uma comunidade, moradia ou acampamento em situação de pobreza. Embora não sejam invisíveis, mas invisibilizadas, essas populações devem resistir por seus próprios meios, com a constante violação de seus direitos e o teste exaustivo de sua capacidade de resiliência.
¹80% da população vive nas cidades, de acordo com UN-Habitat, 2016.
O que significa Favela Precária?
O TETO define comunidade precária como um conjunto de um mínimo de 8 famílias agrupadas ou contíguas, onde mais de metade da população não tem título de propriedade sobre a terra, nem acesso regular a pelo menos dois dos serviços básicos: água corrente, energia elétrica com medidor doméstico e/ou saneamento básico através da rede de esgoto regular.
Relatórios e Cadastros TETO
Entender a realidade para superá-la
Para dimensionar e entender essa realidade, o TECHO desenvolve diferentes investigações das principais cidades e territórios da América Latina, identificando as comunidades precárias, ouvindo sua população e coletando as informações necessárias para tomar e exigir as medidas necessárias para transformar essa situação.
O objetivo principal do estudo é identificar, caracterizar e georreferenciar as comunidades precárias na América Latina, tais como localização e características da comunidade, seu acesso a serviços básicos e saneamento, posse de terras, despejos, riscos físicos e sociais.
Acesse os relatórios e seus resultados
Monitores
as comunidades precárias no mapa
lupa
Navegue pelos mapas de alguns territórios da América Latina, identifique as comunidades precárias e conheça os principais dados de cada uma:
ANO
PAÍS
DESCRIÇÃO/ LINK
2015
Colômbia
2016
Argentina
A realidade das comunidades precárias na América Latina
Com base nas informações coletadas nos estudos realizados na Costa Rica (2013), Nicarágua (2013), Colômbia (2015), Argentina (2016), Chile (2016) Guatemala (2016) e Paraguai (2016), o TECHO identificou alguns resultados que mostram graficamente e concretamente a organização das comunidades precárias e as violações de seus direitos na América Latina:
alcantarillado
3 de 4
comunidades precárias
(75,3%)
não têm conexão com a rede de esgoto
conexion electrica segura
1 em 3
(36,7%)
não possui serviço de eletricidade formal e seguro
agua potable
53,5%
Mais da metade
não tem conexão com o serviço de água potável
lideres comunitarios
3 de 4
(76%)
possuem pelo menos uma forma de organização comunitária para enfrentar suas dificuldades
terreno estable
3 de 4
comunidades precárias
não possuem posse regular da terra
desalojo
1 em 5
dizem ter a possibilidade de ter um despejo devido a comunicações recebidas
Resultados obtidos de uma base de dados de 651 casos, através de amostragem aleatória extraída de 93 comunidades precárias por país.
Metodologia dos estudos
O TETO desenvolve uma metodologia quantitativa para seus estudos, coletando dados com pesquisas estruturadas aplicadas a líderes comunitários, membros de associações de bairro ou moradores que possuem informações sobre a jornada histórica de cada uma das comunidades precárias registradas
Quem pode usar essa informação?
Todos os cidadãos, academia, organizações sociais e civis, empresas e governos. Nosso projeto busca contribuir para o projeto, implementação, monitoramento e avaliação de políticas públicas e programas sociais de forma aberta e transparente, através do uso de tecnologias e metodologias participativas para produzir, processar, analisar e disponibilizar informações públicas e envolver diversos atores na solução do problema.