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O TETO Brasil aguarda uma resolução ao caso das cinco famílias desabrigadas em São Judas Tadeu/Butiazinho, em São José dos Pinhais, no Paraná.


No dia 13 de julho daríamos início a substituição de sete moradias precárias pela moradia de emergência no local, mas na noite anterior fomos informados de que o município optou por mobilizar esforços para a não continuidade da ação.


É importante ressaltar que, como sempre, a construção de Moradias de Emergência do TETO acontece estritamente pela substituição da moradia anterior, sem expandir o local ou interferir no impacto urbano de quem ali já estava instalado. Isto foi argumentado, pois optamos pelo diálogo para seguirmos com o nosso compromisso com as famílias, porém, o município manteve a posição e, por isso, acatamos a decisão.


De acordo com os nossos procedimentos normais, os moradores/as já haviam desmontado toda ou parte de suas moradias justamente para iniciarmos a construção às seis horas da manhã do dia 13. Mas, infelizmente, o que se seguiu após o cancelamento da ação do TETO foi de extrema falta de sensibilidade com as famílias envolvidas na ação. Ainda no sábado, órgãos do município não só proibiram as famílias de reconstruírem suas moradias exatamente como elas estavam antes, como também apreenderam seus materiais para impedi-las de reconstruir posteriormente.


Aguardamos que o município encontre uma solução para estas pessoas ou, ao menos, autorize que elas reconstruam suas humildes moradias que já existiam anteriormente.


Seguimos abertos ao diálogo com o município, para apresentar a seriedade de nosso trabalho e nosso compromisso com as famílias com quem trabalhamos. Os moradores esperam por anos soluções, vivendo em condições de vulnerabilidade e risco, e é por isso que trabalhamos com o Programa de Moradia de Emergência, algo que garante temporariamente o mínimo de dignidade para quem vive em situação de pobreza.